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Cúpula de segurança pública discute construção de nova sede da Deic

Por Imprensa (sábado, 22/12/2012)
Atualizado em 22 de dezembro de 2012

Uma comissão de delegados foi composta para investigar as causas da explosão.   A cúpula da segurança pública de Alagoas se reuniu na tarde desta sexta-feira, 21, com a secretária nacional de segurança, Regina Miki, para discutir a reconstrução da nova sede da Divisão Especial de Investigação e Capturas da Polícia Civil (Deic). O encontro ocorreu na Secretaria de Defesa Social, no Centro de Maceió.

Segundo a assessoria da Secretaria de Defesa Social, a nova unidade será construída na Região Metropolitana de Maceió, em uma parceria entre os governos federal e estadual, mas o local exato ainda não foi definido.

Para Regina Miki, “Seria uma injustiça para a memória de Amélia (policial morta durante a explosão) se não reconstruirmos a Deic”, afirmou durante a reunião.

O secretário de Defesa Social, Dário César, anunciou que a comissão de delegados instaurada para apurar a explosão na Deic já compareceu nesta manhã ao 59º Batalhão de Infantaria Motorizada, a Polícia Federal e ao Ministério Público Estadual para que estes órgãos tenham representação na elaboração do inquérito.

“Um especialista em artefatos do exército de Recife acompanhará as investigações”, relatou o secretário, enfatizando que as investigações obedecerão os prazos de 30 dias e, caso necessário, mais 30 dias serão solicitados.

O delegado-geral da Polícia Civil, Paulo Cerqueira, garantiu que não ouve perdas dos inquéritos feitos pela Deic, já que a explosão não atingiu os cartórios da divisão. “Mesmo que atingisse, todos os processos da Polícia Civil são digitalizados”, explicou.

Ele também assegurou que, enquanto não é construída a nova sede, os trabalhos da Deic serão realizados temporariamente na sede da Delegacia Geral, em Jacarecica.

Armazenamentos das bombas

Dário César destacou durante a sua conversa com a imprensa que os materiais explosivos guardados na sede da Deic são oriundos das apreensões feitas ao longo do ano pela divisão e estavam guardados à espera de uma determinação judicial.

“Não temos paiol, apenas guardávamos os explosivos na sede do Deic enquanto a justiça não nos autorizava enviar para o exército”, explicou.

Para o delegado Carlos Reis, qualquer justificativa sobre o que aconteceu é especulação, uma vez que a comissão já começou os trabalhos e logo mais a população será informada sobre o que ocorreu.

Dário César disse que a reunião emergencial foi solicitada pelo governador Teotônio Vilela Filho (PSDB) após a explosão ocorrida na Deic no começo da noite de quinta-feira (20).

Railton Teixeira/Alagoas24horas

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