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Governador pode responder por explosão na Deic

Por Imprensa (sexta-feira, 20/12/2013)
Atualizado em 20 de dezembro de 2013

Caso o laudo do Corpo de Bombeiros aponte que houve negligência e que os explosivos estavam acondicionados de maneira irregular, o governador Teotonio Vilela pode vir a ser responsabilizado e responder a processo por improbidade administrativa pela explosão da sede da Divisão de Investigação e Captura (Deic), que completa um ano hoje e cujas investigações não apontam culpados. A explosão provocou a morte da policial Maria Amélia Dantas e deixou outros quatro agentes feridos.

Em entrevista por telefone à Gazeta, o promotor Cláudio Pereira Pinheiro, titular da 65ª Promotoria de Justiça, disse: “Não há um culpado criminal. Meu trabalho está focado no sentido de buscar uma responsabilidade no que diz respeito a uma improbidade administrativa. Se o governador estiver dentro desse raio de responsabilidade, ele terá que responder, mas terá também todo o direito de se defender”, disse o promotor Cláudio Pereira Pinheiro, que assumiu o caso no último mês de outubro, após a promotora Alba Lúcia Torres, da 64ª Promotoria de Justiça da Capital, pedir para deixar as investigações, ao alegar motivo de foro íntimo.

Ainda segundo o promotor, caso o laudo do Corpo de Bombeiros, que foi solicitado por ele no mês passado, aponte indícios de que houve irregularidade, todos o delegados que passaram pela Deic no período em que houve o armazenamento de material explosivo também poderão ser responsabilizados, assim como o governador Teotonio Vilela.

LELO MACENA – Gazeta de Alagoas

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