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Governo não cumpre acordo. Servidores se organizam em campanha salarial

Por Imprensa (quinta-feira, 30/01/2014)
Atualizado em 30 de janeiro de 2014

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) realizou uma plenária para organizar os trabalhadores na campanha salarial 2014. O Sindpol, o Sinteal, Sinsamu, o Sindprev, Sindmesal, Sinduncisal, representantes dos funcionários da Carhp, entre outras categorias do serviço público estadual estiveram no encontro, realizado na tarde da quarta-feira (29), na sede da Central.

Na plenária, as intervenções dos sindicalistas mostraram que o Governo do Estado não cumpriu o acordo com as categorias.  Os dirigentes informarem que o governo não deu encaminhamento aos Planos de Carreira e ao realinhamento das tabelas das categorias.

O presidente do Sinduneal, Luiz Gomes, destacou que os empréstimos bilionários feito pelo Governo do Estado ao Banco Mundial significarão a entrega dos serviços públicos à iniciativa privada. Ele também alertou para o caos na previdência social nos municípios de Alagoas. De acordo com as informações, os fundos previdenciários municipais não possuem recursos para pagamento das aposentadorias. “Fizeram uma farra com o dinheiro dos servidores. É uma facção criminosa desviando as verbas. E ninguém sabe onde foram parar esses recursos”, denunciou.

O presidente do Sindpol, Josimar Melo, informou que o Governo do Estado ainda não encaminhou o anteprojeto de lei do Plano de Cargos, Carreiras e Subsídios (PCCS) dos policiais civis à Assembleia Legislativa. Ele destacou que, na negociação junto dos policiais militares, o governo havia concedido 6% de reajuste salarial, o que, para o sindicalista, significa o percentual que deverá ser anunciado aos servidores públicos.

O diretor de Planejamento, do Sindpol, Stélio Pimentel Jr, também alertou que os militares colocaram mais de três mil homens na rua e, mesmo assim, o Governo do Estado não cumpriu o acordo firmado com a categoria.

Na reunião, lideranças relataram a perseguição sofrida pela diretora do Sindprev, Olga Chagas, e o desligamento de dois dirigentes do Sinsamu no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) após as denúncias de irregularidades.

Os representantes dos servidores públicos decidiram fazer uma nota de repúdio às perseguições pela Secretaria de Saúde e solicitar uma audiência com o secretário Jorge Villas Boas.

Também ficou definida a realização de uma nova plenária, em 4 de fevereiro, na sede da CUT, para definir a pauta de reivindicações da categoria e o índice de reajuste salarial.

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