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Mesa de Negociação apresenta impacto financeiro do PCCS

Por Imprensa (segunda-feira, 16/04/2012)
Atualizado em 16 de abril de 2012

As representantes do Governo na Mesa de Negociação, assessora da Casa Civil Adriana Toledo e a Assessora Especial de Relações Sindicais, Raphaela Soares Barbosa Novaes, apresentaram à diretoria do Sindpol o impacto financeiro da Proposta de Plano de Cargos e Subsídios dos policiais (PCCS), na manhã desta segunda-feira (16).

As técnicas do Governo apresentaram os impactos financeiros do enquadramento do PCCS das progressões horizontal e vertical (tempo de serviço e formação); da progressão horizontal e da progressão vertical.

As assessoras disseram que estão aguardando o parecer da Procuradoria Geral do Estado sobre o enquadramento do Plano. Elas informaram que o impacto financeiro será apresentado aos secretários de Gestão Pública e da Fazenda para definição do posicionamento do Governo.

O presidente do Sindpol, Josimar Melo, cobrou o posicionamento do secretário de Gestão Pública, Alexandre Lages, sobre o piso salarial dos policiais civis. A proposta de 8,5% de reajuste salarial do Governo foi rejeitada pela categoria, a qual propôs um piso no valor de 40% da remuneração dos delegados. Os dirigentes ressaltaram o fosso entre os salários de delegados e policiais. Atualmente, os policiais civis recebem apenas 15% da remuneração dos delegados.

Josimar Melo destacou que as negociações com o Governo estão lentas, e a categoria quer uma proposta concreta junto ao Governo, como ocorreu com a Polícia Militar.

Uma nova reunião foi agendada para esta quinta-feira (19), às 15 horas, na Secretaria de Gestão Pública.

 

Aposentadoria

Na reunião, o Delegado Sindical Carlos Jorge da Rocha também destacou que o AL Previdência está impedindo que os policiais civis, já afastados da atividade por atender os requisitos da Lei Estadual 28/2010 (Aposentadoria Especial), sejam aposentados.

O sindicalista informou que o Sindpol está questionando a administração do órgão sobre a arrecadação, o cálculo atuarial, a quantidade de cargos comissionados, entre outros, que poderão levar a uma ação de improbidade administrativa. Adriana Toledo se comprometeu em resolver o problema junto ao Governo.

 

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