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Mortes em AL já chegaram a 71,9 casos para cada 100 mil habitantes

Por Imprensa (domingo, 8/06/2014)
Atualizado em 8 de junho de 2014

Felipe Farias – Gazeta de Alagoas

O ano de 2014 pode ser mais violento que 2011, quando foram registrados os mais altos indicadores de mortes provocadas pela violência em Alagoas, em especial os homicídios, desde que se faz o acompanhamento das estatísticas sobre isso no país.

Foi quando o número dessas mortes – 2.427 – alcançou, conforme padrões demográficos adotados pela ONU, perfil que extrapolava o de uma epidemia, chegando aos de pandemia.

O alerta é do ex-ouvidor-geral da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, Pedro Montenegro.

Especialista em assuntos como políticas de combate à violência e às condições de risco social, ele também esteve à frente da pasta de segurança comunitária no município de Maceió e, no Estado, foi um dos responsáveis pela implantação do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).

O advogado foi consultor da comissão de monitoramento do Programa Brasil Mais Seguro, instituída na Assembleia Legislativa (ALE), que na semana passada anunciou a conclusão de seu relatório.

Em linhas gerais, o documento atesta que o programa teria fracassado no Estado.

“É preciso que fique bem claro que eu não estou torcendo para que isso aconteça. É um alerta que estou dando, para que o curso do programa seja alterado. Digo isso com base numa projeção, a partir dos dados referentes aos últimos anos, com o programa já em execução, e de números do primeiro trimestre de 2014”, adverte

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