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Policiais ameaçam parar obra da Copa em protesto por piso salarial

Por Imprensa (sábado, 20/08/2011)
Atualizado em 20 de agosto de 2011

 “Sem PEC, sem Copa” é o novo grito de ordem dos policiais civis, militares e do Corpo de Bombeiros pela aprovação do piso salarial.


A Cobrapol juntamente com os sindicatos dos policiais civis, inclusive o Sindpol, entidades dos militares e do Corpo de Bombeiros realizaram manifestação na Câmara Federal, na terça-feira (09/08) para pressionar os parlamentares a levar em votação a Emenda Aglutinativa Global nº 2 (PECs 300/2008 e 446/2009), que trata da criação do Piso Salarial dos policiais.


As entidades ameaçam parar a obra de um dos estádios da Copa por 24 horas, caso o governo federal continue a tratar com descaso a luta dos policiais. “Vou mandar um recado aos governantes de que vamos paralisar as obras da Copa. A capital da manifestação já foi escolhida”, avisou o presidente da Cobrapol, Jânio Bosco Gandra.


As entidades dos policiais vão aumentar a pressão pela votação da proposta. Gandra diz que já não conta com o apoio dos líderes partidários na Câmara.


Nos dias 8 e 9 de agosto, o presidente do Sindpol, Carlos Jorge da Rocha, o diretor Sidney Ribeiro e os conselheiros Carlos Bispo, Ascânio Rodrigues  e Carlos José participaram das atividades de mobilização em Brasília.


No Congresso, os policiais estão encontrando dificuldade, pois a presidente Dilma Rousseff pediu aos parlamentares que não aprovem nenhum projeto que aumente os gastos públicos. Na proposta da PEC, consta a criação de Fundo Nacional de Segurança Pública para valorização dos profissionais da área, composto de 5% da arrecadação do Imposto de Renda e do IPI. Ao contrário do que o governo alega, a implantação do piso nacional não trará gastos para a União.


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