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Policiais civis aprovam realização de ato público para cobrar PCCS

Por Imprensa (quinta-feira, 12/09/2013)
Atualizado em 12 de setembro de 2013

Os policiais civis decidiram realizar ato público com café da manhã, na Secretaria de Gestão Pública (Segesp), no dia 20 de setembro, a partir das 8 horas, para cobrar a proposta de realinhamento do Plano de Cargos, Carreiras e Subsídios (PCCS). A deliberação aconteceu durante a assembleia geral da categoria, realizada na tarde desta quarta-feira (11).

A categoria decidiu suspender o indicativo de greve e cobrar do Governo do Estado a proposta de realinhamento do PCCS. Na assembleia, o presidente do Sindpol, Josimar Melo, informou que a secretária adjunta da Gestão Pública, Ricarda Calheiros, se comprometeu a apresentar uma proposta de realinhamento por tempo de serviço com a possibilidade de o policial civil averbar o tempo de serviço de outros trabalhos, mas que, para isso, precisava fazer consulta à Procuradoria Geral do Estado. Ela solicitou o prazo de mais uma semana.

Delegacias

Josimar Melo destacou a precariedade do trabalho e a superlotação de presos, informando que o Sindpol fará reuniões com os policiais nas delegacias regionais. A primeira reunião ocorrerá, no dia 18 de setembro, em Arapiraca.

O sindicalista também destacou que, após a denúncia do Sindpol, a Polícia Civil está realizando o conserto da rede hidráulica da Central de Flagrantes e retirou todos os presos do local.”Tivemos informação de que existem 80 presos na Delegacia de Penedo. Palmeira  dos Índios está com 55 presos. Em União dos Palmares, 60 presos fizeram uma rebelião que destruiu a carceragem. Fomos cobrar a interdição dessa regional à Justiça e à Promotoria de Justiça. O promotor se recusou a entrar com Ação Civil Pública”, informou.

Um policial questionou a fiscalização dos pontos de policiais nas delegacias pela Corregedoria de Polícia, mas a exigência não ocorria para os delegados. Na assembleia, ficou decidido que o Sindpol irá solicitar o mesmo direito de não apresentar ponto aos policiais civis.

Nunca se Matou Tanto

Também foi aprovado o retorno dos adesivos “Nunca se Matou Tanto” com o número de 14 mil assassinatos dos últimos seis anos. O material mostra que o Governo do Estado não investe na segurança pública, e o resultado é a violência descontrolada. A categoria fez crítica ao Plano Brasil Mais Seguro que não funciona. Josimar Melo ressaltou que o Plano não valoriza os policiais estaduais.

Aposentadoria especial

O presidente do Sindpol informou que ainda continua o impasse na Procuradoria do Gabinete Civil, que não está reconhecendo a paridade da aposentadoria especial, apesar de existir um parecer da Procuradoria Geral do Estado com a integralidade e a paridade.

Josimar Melo está negociando com o secretário de Gestão Pública, Alexandre Lages, um encontro entre o Gabinete Civil, a PGE e a Segesp para resolver o impasse.

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