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Professores da Ufal param atividades e fazem manifestação no Campus

Por Imprensa (quinta-feira, 19/04/2012)
Atualizado em 19 de abril de 2012

Professores fazem suspendem atividades e fazem ato em frente à Ufal
 
Professores fazem suspendem atividades e fazem ato em frente à UfalOs professores da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) param suas atividades, durante esta quinta-feira (19). Ao som de uma banda de pífano, eles se concentram em frente ao Campus A.C. Simões, no bairro Cidade Univesitária.

A categoria cobra o cumprimento do acordo emergencial feito em agosto de 2011, que inclui 4% de reajuste, recomposição do vencimento básico, com incorporação da gratificação de estímulo ao magistério superior (Gemas).” Esse reajuste deveria ter sido implantado no contracheque do mês de março de 2012 e não aconteceu. Exigimos pagamento imediato”, disse o presidente da Associação dos Docentes da Ufal (Adufal), professor Antonio Passos.

Ainda referente às negociações de 2011, os professores acompanham e aguardam as definições do grupo de trabalho sobre a reestruturação da carreira.

De acordo com Antonio Passos, o pleito da categoria é por uma carreira única, que fará diminuir as disparidades existentes na remuneração dos docentes federais. “Defendemos um cargo único denominado ‘professor federal ‘, com a inserção de 13 níveis remuneratórios na carreira do magistério superior”, enfatiza.

Isso fará com que o professor ao ingressar na universidade possa mudar de nível a cada dois anos, o que representa um incremento de 5% em seus vencimentos.  “Entendemos que a atividade exercida é a mesma e, portanto, não há porque a remuneração ser diferente”, disse o professor que vê na unificação a possibilidade de o docente progredir na carreira de uma forma justa.

Por outro lado, os docentes estão em luta pela campanha salarial de 2012 e, junto aos demais servidores públicos federais (SPF’s) vão fazer nova paralisação na quarta-feira (25).  “Este ano, construímos juntos nossa pauta nossa pauta de reivindicações que é composta por eixos como a definição da data-base em 1º de maio; política salarial permanente com reposição inflacionária, cumprimento dos acordos firmados; supressão dos artigos 86 e 87 do PL 2203/11 que mudam os níveis de insalubridade/periculosidade; e a paridade entre ativos, aposentados e pensionistas”, expôs o professor.

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