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Servidores públicos cobram aumento real ao governador

Por Imprensa (terça-feira, 25/03/2014)
Atualizado em 25 de março de 2014

Os servidores da Educação, da Saúde e da Polícia Civil participaram da vigília, em frente ao Palácio República dos Palmares, nesta segunda-feira (24), para reivindicar o Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) e mais 12% em ganho real, além do cumprimento da pauta de reivindicações de cada categoria.

O governador Téo Vilela recebeu os sindicalistas do Sindpol, do Sinteal, do Sindmesal, do Sinduneal, do Sindprev, do Sinduncisal e da CUT para discutir a pauta de reivindicações de cada categoria e reivindicar a revisão salarial. Do Sindpol, participou da reunião o presidente Josimar Melo.

O governador alegou que a folha salarial estava no limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. Ele propôs o IPCA de 5,91% mais ganho real de 0,9%, totalizando 6%. O dirigente da CUT, Isac Jacson, questionou a metodologia utilizada para elaboração da folha de pagamento, a qual inclui o pagamento dos aposentados. De acordo com ele, nos outros estados da Federação é diferente de Alagoas.

Para esclarecer a metodologia da folha, ficou agendada uma reunião com o secretário do Tesouro Nacional, o Governo do Estado e a CUT, nesta terça-feira (25), em Brasília.

Protesto

Na vigília, o diretor Financeiro do Sindpol, Antonio Zacarias, ressaltou que o Governo do Estado somente faz destruir os serviços públicos, como a Educação, a Saúde e a Segurança. “Esses setores se encontram sucateadas e falidos”, disse, destacando também o conluio entre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário para prejudicar os trabalhadores.

Na manifestação, houve apresentação cultural de Bumba meu boi, bateria de escola de samba e performance da integrante do Movimento Negro Sirlene Gomes que tematizou o estado de abandono e a violência em Alagoas. “A performance representou essa necessidade de sobrevivência, da vida e morte, em que as pessoas são assassinadas. Isso também é um forma de desafiar o estado e despertar nas pessoas que elas possuem a arma para mudar o Estado, que é o voto”.

No protesto, policiais civis da ativa e os inativos compareceram à vigília. O servidor aposentado Edson Souza disse que o governo descrimina os inativos, sacrificando-os a cada dia. É importante que a categoria participe da luta.

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