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Servidores rejeitam 7% e ocupam Sefaz

Por Imprensa (sexta-feira, 20/05/2011)
Atualizado em 20 de maio de 2011

Categorias repudiaram gargalhada do governador

Os servidores públicos, policiais civis, militares, do Corpo de Bombeiros, agentes penitenciários recusaram a proposta de 7% concedida pelo governador Teotônio Vilela Filho. Veja as fotos


 


Em torno da Praça Deodoro da Fonseca, mais de 5 mil servidores se reuniram na tarde da quinta-feira (20) e realizaram grande passeata pelo Centro de Maceió.


 


Os manifestantes repudiaram a `gargalhada do governador’ Teotônio Vilela Filho durante entrevista ao jornalista que o indagou sobre sua pressa com a questão salarial da categoria. A gargalhada foi compreendida como deboche aos servidores. Um mini trio-elétrico utilizado no protesto reproduziu a gargalhada.


 


Protestos


Após a saída da Praça Deodoro, o primeiro local de protesto foi em frente à Secretaria de Defesa Social. Os manifestantes gritaram palavras de ordem contra o secretário de Defesa Social, coronel Dário Cezar, exigindo sua exoneração à frente do órgão estadual.


 


O ato público foi por conta das perseguições às lideranças da Polícia Militar, os policiais militares e o do Corpo de Bombeiros, que estão respondendo processos por conta do desaquartelamento.


 


Os servidores também realizaram ato público em frente à Assembleia Legislativa. Os deputados petistas Judson Cabral e Ronaldo Medeiros ressaltaram apoio aos manifestantes. Eles informaram que solicitaram à presidência da Assembleia que constituísse uma comissão com o intuito de intermediar o processo de negociação entre Governo e funcionalismo público.


 


Na sequência da caminhada, os servidores, que seguiam em direção ao Palácio República dos Palmares, decidiram mudar o trajeto para ocupar a Secretaria da Fazenda (Sefaz). Os policiais e servidores ficaram no local até uma hora da madrugada desta sexta-feira (20).


 


No protesto, as categorias também reivindicaram melhores condições de trabalho. Mantém a greve por tempo determinado os servidores da Agricultura, os fiscais de renda e os professores. Os policiais civis estão em greve por tempo indeterminado desde o dia 26 de abril.


 


Na próxima quarta-feira (25), as entidades que integram o Movimento Unificado pretendem realizar greve geral de 48 horas.


 

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