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Sindpol constata precárias condições de trabalho em Paulo Jacinto e Santana do Mundaú

Por Imprensa (quinta-feira, 19/01/2012)
Atualizado em 19 de janeiro de 2012

Data: 12/01/2012


Nas visitas às delegacias do interior, o Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) também constatou precárias condições de trabalho nas delegacias de Paulo Jacinto e Santana do Mundaú.


Paulo Jacinto
A Delegacia de Paulo Jacinto/AL apresenta problemas nas redes elétricas e sanitárias. As descargas dos banheiros não funcionam. As lâmpadas estão queimadas. A fiação elétrica fica exposta nas paredes, podendo provocar a qualquer momento curto-circuito e incêndio.


Em plena Era da Informação, os policiais não têm acesso à internet, ficando totalmente alheios as informações em tempo real sobre a violência.


O alojamento está em condições insalubres. O espaço é inapropriado, mal cabem duas camas. Falta o colchão, e o outro está deteriorado. Em uma abertura da parede, que deveria funcionar como uma janela, os policiais adaptaram-na, colocando uma tábua para fechá-la. 


Na cozinha, não há geladeira. Os policiais usam isopor para conservar os alimentos. O fogão não funciona. As mobílias estão quebradas. As paredes apresentam infiltrações e rachaduras.


Falta armamento. Apenas um policial civil fica disponível para atender toda a população.



Santana do Mundaú


A delegacia de Santana do Mundaú foi instalada em casa que não oferece segurança. Em todos os recintos, existem várias janelas de madeiras que deixam a segurança vulnerável.


Na delegacia, constam três presos de justiça, e apenas um policial civil para fazer atendimento à população e ser responsável pela delegacia. Esse policial é desviado de sua função constitucional, de investigar crimes, para trabalhar como carcereiro.


A delegacia não possui armamento, não tem colete à prova de bala e a única viatura está cedida à delegacia Regional de União dos Palmares.


Nas salas, o Sindpol constatou problemas de infiltrações nas paredes. O alojamento apresenta condições insalubres. As mobílias estão quebradas.


O mau cheiro é intenso no local. Ao lado da delegacia existe um terreno cheio de mato e de lixo, que fica vizinho a um matadouro. O que torna o ambiente suportável e desagradável.


O 2º vice-presidente do Sindpol, Carlos José, e o diretor de Comunicação, Bartolomeu Rodrigues, entregaram ofícios aos juízes e promotores das duas cidades informando a precariedade das delegacias e solicitaram providências urgentes.

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