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Sindpol defende policiais civis em entrevista coletiva

Por Imprensa (terça-feira, 16/11/2010)
Atualizado em 16 de novembro de 2010



O Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol) concedeu entrevista coletiva, nesta quarta-feira, dia 10, para defender a categoria dos policiais civis que vem sendo atacada pelo Governo do Estado, quando o mesmo deveria investir na instituição policial e promover melhoria nas condições de trabalho e salariais.


 


O vice-presidente do Sindpol, Josimar Melo, destacou que a entrevista coletiva tem o objetivo de rebater as acusações do Ministério Público, da Polícia Civil e do Governo do Estado, dando a oportunidade do direito de resposta aos os agentes de polícia Luiz Carlos Albuquerque, Gerson Barros Pituba e José Alves dos Santos indiciados pela morte de um morador de rua pelo MP. “Estamos defendemos os policiais, que estão sendo jogados como `bodes expiratórios’ por um crime que não cometeram”, disse.


 


O sindicalista destacou que o Sindpol vem denunciando há muito tempo o alto índice de criminalidade no Estado, e as vítimas não são apenas os moradores de rua, mas a população de forma geral. Ele citou como exemplo o último final de semana que somou 22 homicídios.


 


O policial civil Luiz Carlos explicou que a denúncia do MP não tem consistência para decretar prisão. Ele destacou que hoje o policial civil não pode mais trabalhar, intimar ou investigar uma pessoa porque corre o risco de ser preso.


 


Luiz Carlos, que é chefe de Operações do 1º DP, esclareceu que recebeu uma denúncia de furtos praticada por uma flanelinha, conhecido Magnificos, no Parque Gonçalves Ledo. Em diligência, ele informou que tirou uma foto da pessoa, a qual veio a ser assassinada posterior. “Estava apenas fazendo o meu dever – investigando, e não posso ser culpado de uma coisa que não fiz. Tenho 26 anos de polícia sem nenhum problema judicial”, disse.


 


O diretor da Cobrapol, José Carlos Fernandes Neto, o Zé Carlos, destacou que o Poder Público não pode execrar pais de famílias sem prova concreta. “Eles são servidores públicos e possuem residência própria. Não há motivo para decretação da prisão dos policiais”. O sindicalista ressaltou que a entidade quer uma investigação séria e moverá ações judiciais de danos morais e materiais em favor dos policiais.


 


O diretor Jurídico do Sindpol, Stélio Pimentel Jr, ressaltou que o Estado não tem uma política de segurança pública que combata o tráfico de drogas, invista nos profissionais, acabe com a criminalidade.


 


O 2º vice-presidente do Sindpol, Edeilto Gomes, reafirmou o repúdio às declarações do Delegado Geral, Marcílio Barenco, feitas ao Fantástico apontando policiai civis como autores dos assassinatos


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