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Sindpol presta apoio ao protesto dos rodoviários

Por Imprensa (quarta-feira, 5/10/2011)
Atualizado em 5 de outubro de 2011

Os rodoviários realizaram protesto, que parou o Centro de Maceió, na manhã desta segunda-feira (09). A manifestação foi motivada pelo assassinato do cobrador José Noberto dos Santos, ocorrido no último sábado. Noberto estava na linha Ufal/Ipioca quando se deparou com um assalto, que resultou em sua morte.

O protesto, que provocou engarrafamento em toda Maceió, contou com o apoio do Sindicato dos Policiais Civis de Alagoas (Sindpol). O vice-presidente da entidade, Josimar Melo, acompanhou de perto o desfecho da mobilização e parabenizou a categoria pelo protesto. O sindicalista destacou as campanhas que o Sindpol vem promovendo para denunciar o número da violência, ressaltando que, nos últimos quatros anos, foram assassinadas 8.198 pessoas.


A diretoria do Sinttro/AL aguardava a reunião com o governador Teotônio Viela Filha, mas foi recebida pelo coronel Ronaldo dos Santos. No encontro, ficou estabelecido que o Batalhão de Operações Policiais (Bope) irá fazer rondas pelos pontos de ônibus, e os policiais militares à paisana irão reforçar a segurança nos ônibus. O militar deu um prazo de 15 dias para que as medidas sejam implantadas.



O diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes, Ronaldo Leopoldino, informou a categoria sobre a reunião e disse que se as medidas não forem implantas dentro do prazo novas manifestações irão ocorrer. “Sabemos que esse governo não tem compromisso com a segurança pública. Não melhora a questão salarial, não investe nas condições de trabalho nem realiza concurso público. A gente não pode perder o Estado para a criminalidade. O bandido que matou, continua solto. Queremos ação da segurança pública”, apontou.


A dona de casa Patrícia Teobaldo de Almeida manifestou sua revolta com o Governo do Estado. “Para a população, o protesto dos rodoviários deveria passar até três dias. Esse governador tem que ter vergonha. Em campanha, Téo Vilela disse que iria tratar os dependentes químicos, e até hoje nada foi feito. Esse governador não tem capacidade para governar, nem tem para fechar as fronteiras de onde vêm as drogas. E olha que Alagoas é o segundo estado menor da Federação”.

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