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Sindpol tira dúvidas dos policiais da antiga Central sobre PCCS

Por Imprensa (terça-feira, 22/10/2013)
Atualizado em 22 de outubro de 2013

O Sindpol iniciou as reuniões setoriais nos locais de trabalho, que agregam maior número de policiais, para explicar o processo de negociação e o teor do Plano de Cargos, Carreiras e Subsídios (PCCS), nesta terça-feira (22).

A primeira reunião aconteceu na antiga Central de Polícia com os policiais do 1º DP, 3º DP, 22º DP e Acidentes. Participaram o presidente do Sindpol, Josimar Melo, o vice-presidente, Edeilto Gomes, e o diretor Jurídico, Charles Alcântara, que tiraram as dúvidas dos policiais civis.

Josimar Melo esclareceu que por conta das modificações imposta pelo Governo do Estado, o atual Plano não é mais o que se queria há quatro anos. Mas, que continuava importante para a categoria tê-lo, ressaltando que a proposta valoriza a carreira. Citou como exemplo o policial civil que está há mais de 20 anos na mesma letra, e com a proposta, ele poderá progredir.

Também explicou que a categoria terá a Progressão Vertical por quatro níveis, e a Progressão Horizontal por oito classes. Sendo aprovado, será concretizada a vitória da categoria, que luta pela valorização profissional.

Os sindicalistas entregaram um folheto “PCCS Amélia Dantas”, tirando as principais dúvidas dos policiais civis.

Edeilto Gomes ressaltou que a luta pela melhoria do Plano não parava por ali. Citou, como exemplo, o Plano de Cargos e Salários dos servidores do Judiciário Federal que passava pela quinta versão e sempre com novas conquistas.

 

Homenagem

Em homenagem à policial civil e sindicalista Amélia Dantas, que foi morta em decorrência das precárias condições de trabalho, sendo vítima fatal da explosão da Deic, a diretoria do Sindpol decidiu chamar a proposta de PCCS Amélia Dantas.

 

Situação da Antiga Central

Ao chegar, o Sindpol encontrou as precárias condições de funcionamento da antiga Central. Vinte um presos faziam motim por conta da superlotação e das estruturas inapropriadas.

A rede sanitária não suportou a quantidade de detentos na antiga Central. Os vasos estavam entupidos, e os jogaram fezes em sacolas plásticas pela recinto da antiga Central. Eles reclamavam da falta de água, da sujeira e da alimentação. E pediam para serem levados ao sistema prisional. Depois de muita confusão, a Polícia Civil fez a transferência dos detentos para a Casa de Custódia.

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