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Continua aberta pesquisa do Ministério da Justiça para avaliar qualidade de vida dos profissionais da Segurança Pública
Diagnóstico terá duração de três meses e visa subsidiar o planejamento de políticas públicas que atendam aos integrantes do SUSP

Por Imprensa (segunda-feira, 19/07/2021)
Atualizado em 19 de julho de 2021

O Núcleo de Qualidade de Vida, Saúde e Segurança no Trabalho da Polícia Civil de Alagoas informa que a pesquisa nacional do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), iniciada no mês de maio deste ano, continua aberta e faz um chamamento para que os policiais civis, que ainda não responderam, participem. Os integrantes da PC podem participar até o próximo mês de agosto.

Com a pesquisa nacional, o Ministério da Justiça e Segurança Pública pretende levantar informações sobre saúde, segurança, valorização e qualidade de vida dos profissionais de segurança pública e defesa social de todo o país. O diagnóstico terá duração de três meses, e foi iniciado no dia 20 de maio de 2021.

O link da pesquisa foi encaminhado para o e-mail dos profissionais da Segurança Pública. O policial civil deve acessar seu e-mail institucional e participar.

“Precisamos conhecer as características e necessidades do profissional que está na ponta, trabalhando para proteger a população. O diferencial dessa pesquisa é o compromisso do governo federal de, a partir das informações coletadas, construir políticas públicas baseadas em evidências para valorizar e dar qualidade de vida aos profissionais integrantes do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP)”, afirma o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres.

Os dados coletados vão fomentar as ações do Programa Nacional de Qualidade de Vida para Profissionais de Segurança Pública e Defesa Social (Pró-Vida) Com a Lei nº 13.675/2018, o programa passou a fazer parte dos meios e instrumentos para a implementação da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social.

A pesquisa ficará disponível por um período de três meses aos profissionais do Departamento Penitenciário Nacional, da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal e, nas Unidades Federativas, das Polícias Militares, dos Corpos de Bombeiros Militares, das Polícias Civis, das Polícias Técnico-Científicas e das Polícias Penais.

“A participação é voluntária e sigilosa, não havendo qualquer forma de identificação pessoal dos profissionais. Os dados serão tratados coletivamente e nenhuma informação pessoal será compartilhada”, explica o secretário Nacional de Segurança Pública do MJSP, Renato Paim.

A pesquisa está sendo realizada em parceria com a Universidade de Brasília (UnB). O projeto-piloto aconteceu em Goiás e no Distrito Federal, em janeiro e fevereiro deste ano. Nesse período, foi avaliado o funcionamento do software e os instrumentos de mensuração das variáveis que foram adaptados ou construídos especificamente para o projeto.

ASCOM-MJSP/PCAL

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