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Com Central de Flagrantes superlotada, presos ameaçam novo motim

Por Imprensa (segunda-feira, 10/03/2014)
Atualizado em 10 de março de 2014

Carceragem conta com 49 presos, sendo seis menores; ‘Operação Padrão’ compromete transferências para Casa de Custódia

A situação na Central de Flagrantes, no bairro do Farol, continua caótica, principalmente em meio à Operação Padrão, deflagrada em fevereiro, pelos policiais civis de Alagoas. Na manhã desta segunda-feira (10), o local já abriga 49 presos, sendo seis menores, que se revoltam na unidade, ameaçando outros motins. A cúpula da segurança pública e o governo do Estado estão cientes do caos, mas, até o momento, nenhuma alternativa foi encontrada para solucionar a superlotação ou, ao menos, minimizá-la.

Segundo relatos de presos, a delegacia não conta nem com água para beber. “Há 24 horas, estamos sem uma gota de água para tomar, banho que não tem e a situação das celas é horrível. O Estado precisa tomar alguma providência, pois não vamos morrer aqui não”, disse um detento.

Informações repassadas pelos agentes de plantão citaram a chamada Operação Padrão, que completa um mês, e vem comprometendo transferências para a Casa de Custódia. Insatisfeito com o descaso e a falta de diálogo do poder público, o Sindicato dos Policiais Civis (Sindpol) reuniu a categoria – em assembleia – para discutir um calendário de atividades reivindicatórias, visando chamar a atenção do Estado quanto ao Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), piso salarial de 60% dos delegados, cartão-alimentação, adicional de periculosidade e auxílio-transporte.

Na semana passada, os presos tentaram quebrar as celas como forma de protesto. Após a mobilização, alguns deles foram transferidos para a Casa de Custódia. O manifesto acabou somente após a transferência.

Gazetaweb

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