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Sindpol cobra posicionamento do MP sobre denúncias

Por Imprensa (terça-feira, 25/10/2011)
Atualizado em 25 de outubro de 2011

Data: 25/1/2011


 


O Sindpol se reuniu com o Procurador-Geral de Justiça de Alagoas, Eduardo Tavares, para tratar das denúncias de irregularidades feitas ao órgão. No encontro, ocorrido na segunda-feira (24), o presidente do Sindpol, Josimar Melo, entregou as cópias dos ofícios protocolados neste ano ao órgão.


 


Os requerimentos tratam do aumento da carga horária dos policiais civis que ultrapassam as 40 horas semanais sem o pagamento de horas extras; das precárias condições de trabalho, das reformas das delegacias que não foram concluídas, bem como do valor das mesmas; da apuração das denúncias sobre a perda de controle da folha de pagamento dos servidores; da contratação de consultoria milionária para prestação de serviço ao Estado; do cumprimento da lei que prevê alimentação dos policiais em plantão, do pedido de impedimento de transferência de presos da facções criminosas para Alagoas para o sistema prisional semi-aberto (que não funciona, como é o caso do traficante carioca Levi da Penha). Além das denúncias contra o Delegado Geral feitas pelo policial Wilson Magalhães. O sindicalista também informou que a segurança pessoal do policial se encontra precária.


 


Melo questionou a prática de se afastar o policial civil quando o mesmo está sendo alvo de investigação, mas que isso não é aplicado ao delegado geral que é apontado nas denúncias de Magalhães. O presidente do Sindpol ressaltou que o Ministério Público se pronuncie mesmo que as investigações não apontem ninguém.


 


O Procurador-Geral destacou que o Sindpol terá o seu apoio nas questões que visam melhorar a segurança pública. Ele informou que cada solicitação do sindicato recebeu a designação de um promotor. O Procurador-chefe irá procurar saber o encaminhamento de cada caso.  Ele também disse que irá se reunir com a promotora Karla Padilha e o governo para tratar das questões relativas à segurança pública.


 


O presidente do Sindpol comunicou que o procurador Ciro Blatter responde sobre a transferência do traficante Levi, informando que a entidade sindical não tem legitimidade para questionar e acrescentou que a mesma deve se preocupar com sua categoria. O procurador-chefe respondeu que qualquer cidadão tem o direito de saber. “Imagine uma entidade organizada”, disse.


 


O diretor Financeiro do Sindpol, Antonio Zacarias, defendeu que Alagoas tem uma segurança pública fragilizada, e que a Justiça não pode autorizar a transferência de um condenado de alta periculosidade para ficar solto no Estado que é o mais violento do Brasil.


 


O diretor Jurídico, Stélio Pimentel Junior, informou que a Secretaria de Gestão Pública não consegue implantar o desconto para os novos sindicalizados, nem consegue retirar.  “Isso é preocupante. E cabe decisão judicial”, respondeu o Procurador-geral.


 


O membro do Conselho de Segurança Pública Sérgio Jucá solicitou que os documentos do Sindpol sejam enviados ao Conselho.


 


Tavares pediu que o sindicato encaminhasse novamente um documento com todas as denuncias e encaminhasse cópias ao Conselho Estadual de Segurança Pública.


 


SINDPOL – Josiane Calado

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